quinta-feira, 19 de abril de 2012







Não sou do tipo de mulher k fica derretida kd alguém me oferece flores. Posso achar uma certa graça tal como achei aki há uns bons anos kd o meu marido, ainda namorado, depois de uma jantarada de grupo bem regada negociou k um indiano o resto das rosas k ele tinha e me apareceu à frente com uma molhada de rosas. Cenas assim têm piada. Á parte disso acho um desperdício o dinheiro k se gasta nas flores,tão efémeras, para tão breves momentos de prazer visual.Prefiro ver as flores plantadas, assistir ao seu crescimento e ao seu declínio majestoso. Mas se há flores k realmente me dão prazer, são as flores do campo. Flores simples, singelas, livres e rebeldes, que nascem onde muito bem lhes apetecem, proliferam por onde calha numa desordem colorida de luminosidade e alegria. A essas não resisto. E o prazer k me dá pela manhã olhar para elas, cheirá-las e colher 1 ou 2 para me acompanharem pelo meu caminho e fazerem-me companhia ao longo do meu dia de trabalho. Dá-me prazer, e faz-me sentir bem. E à tarde no regresso tb não resisto a colher normalmente 1 corada papoila ou uma alegre margarida para iluminarem o meu regresso a casa.

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